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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Ao sol da tarde









Ao sol da  tarde
Tudo era trigueiro!
Os muros, as cercas,
O chão de pedrinhas,
O fogo na mata,
As nuvens passando,
Os  casarios.....
O corpo nu de Emanoeli

Ver-te assim deitada e desnuda,
É ver um  trigal maduro
E ondulante, pronto para a ceifa!


José  Alberto Lopes ®

Dez. 2012

Um comentário:

  1. Um trigal maduro....que espetáculo de inspiração...um texto sugestivo,envolvente...Deleitada!

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